UFPel investiga tempo de tela e neurodesenvolvimento infantil

Estudo acompanhou crianças nascidas em 2004 e 2015

Um estudo realizado na Universidade Federal de Pelotas traz informações relevantes para o atual debate em torno do tempo que crianças passam em frente às telas e seu desenvolvimento neurológico.

 

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A pesquisa aponta que o tempo gasto no uso de dispositivos eletrônicos por crianças menores de cinco anos pode não estar associado ao neurodesenvolvimento infantil.

 

Otávio Leão, autor da pesquisa desenvolvida em trabalho de doutorado do Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia da UFPel, diz que as recomendações de saúde pública sugerem que crianças com menos de cinco anos devem ter o tempo de tela limitado a menos de uma hora por dia. No entanto, o impacto total do tempo de tela sobre o neurodesenvolvimento na primeira infância ainda não estava claro.

 

O estudo acompanhou dois grupos de crianças nascidas em 2004 e 2015 na cidade de Pelotas, no Rio Grande do Sul, e investigou o tempo que passaram em frente à televisão aos dois e aos quatro anos de idade, assim como o uso de outros dispositivos eletrônicos aos quatro anos.

 

Os resultados mostraram que o tempo total de tela aos quatro anos aumentou de 3,4 horas entre as crianças de 2004 para 4,4 horas, entre as de 2015. No entanto, o estudo não identificou associações entre o tempo gasto em dispositivos e o desenvolvimento neurológico das crianças.//Diário da Manhã


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