Violência contra a mulher: registros aumentam em dias de jogos

Nessas épocas, índice aumenta 23,7% nas capitais

Os boletins de ocorrências por ameaça contra mulheres em cinco capitais brasileiras aumentam em 23,7% quando o time da cidade joga – é o que mostrou a pesquisa “Violência Contra Mulheres e o Futebol”, idealizada pelo Instituto Avon e encomendada ao Fórum Brasileiro de Segurança Pública. 

 

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Em Porto Alegre, mulheres entre 30 e 49 anos são maioria entre os registros por ameaças em dias de jogos (46,1%), enquanto nos casos de agressões físicas as ocorrências foram mais frequentes entre as de 18 a 29 anos (37,4%).

 

Em relação ao perfil étnico-racial, mulheres brancas correspondem a mais da metade das que realizam boletim de ocorrência na capital gaúcha após sofrerem ameaça (79,4%) ou agressão física (73,4%). 

 

Já mulheres negras equivalem a 14% das que relataram terem sido ameaçadas e 18,8% das que sofreram violência física.

 

Para entender a relação entre o esporte e enfrentamento às violências contra mulheres e meninas, o estudo analisou bases de dados de violência com informações de todos os dias de jogos do Campeonato Brasileiro da Série A entre os anos de 2015 e 2018, em cinco capitais brasileiras: Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Belo Horizonte e Porto Alegre.//Diário da Manhã


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