Taxa de disseminação do vírus aumenta no RS, dizem pesquisadores da FURG

De acordo com análise, até 31 de maio, 100 pessoas transmitiam a doença para outras 103, o que mostra o crescendo da propagação. Especialista avalia que flexibilização das medidas de controle tem relação com o aumento do contágio

Uma análise de pesquisadores do projeto Exactum, da Universidade Federal de Rio Grande (FURG) aponta para o aumento da taxa de disseminação da Covid no estado, com tendência de alta. Até o dia 31 de maio, índice calculado pela FURG chegava a 1.03, o que significa que 100 pessoas transmitam a doença para 103, crescendo a propagação.

A taxa está em elevação desde o dia 7 de abril, quando registrou 0,87. O recorde já registrado foi em 25 de fevereiro, início do período de colapso no estado, quando a taxa bateu em 1,19.

O cálculo tem por base o Índice de Reprodução Basal, a taxa R, que é considerado padrão para análises estatísticas relacionadas à epidemiologia. Na estimativa, uma taxa R de 1 significa que cada pessoa transmite a doença para outra pessoa.

Caso o índice seja superior a 1, a contaminação está acelerada. Um cenário positivo para a redução do contágio necessita de uma taxa inferior a 1. A universidade britânica Imperial College faz esse cálculo para medir a taxa de contágio no Brasil.

O cálculo estadual é uma média ponderada dos resultados de 11 municípios, que abrangem geograficamente todo o estado, e representam cerca de um quarto da população: Bagé, Caxias do Sul, Passo Fundo, Pelotas, Porto Alegre, Rio Grande, Santa Maria, Santa Rosa, Santana do Livramento, São Borja e Uruguaiana.n/d


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