UFPel lidera pesquisa estadual sobre medidas de proteção individual

Covid-19 e o impacto social, econômico e no estilo de vida da população

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Pesquisadores de três instituições de ensino estão unidos para conhecer as medidas de proteção individual para a Covid-19 e o impacto social, econômico e no estilo de vida da população do Rio Grande do Sul. Por meio de um acompanhamento telefônico, a equipe, liderada pelo Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), vai investigar junto ao povo gaúcho as principais medidas adotadas no período de pandemia e verificar sua continuidade no período de seis e doze meses. A primeira fase da pesquisa, chamada de CovidTel Gaúcho, iniciou na sexta-feira (25).

 

Além de averiguar o conhecimento e a continuidade do uso das medidas de proteção, o estudo também pretende medir a prevalência de Doenças Crônicas Não Transmissíveis (fatores de risco para complicações por Covid-19), conhecer a utilização de medicação em geral e de uso contínuo, descrever a prevalência de sintomas de ansiedade, depressão e insônia no período e apresentar o perfil de estilo de vida (atividade física, alimentação, consumo de álcool e tabagismo). Os cientistas vão apurar também a prevalência de utilização de benefícios sociais e experiência de insegurança alimentar.

 

A equipe é composta por pesquisadores da UFPel, da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) e da Unisinos e tem financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (FAPERGS).O questionário será aplicado através de entrevistas telefônicas. Para seleção das linhas que entraram na amostra do estudo foi criado um banco de números aleatórios aos quais foram acrescidos os prefixos das quatro regiões de DDD do estado: 51, 53, 54 e 55. A amostra final do estudo compreenderá 2.844 entrevistas.Ao atender a ligação, a comunidade tem mais uma vez o poder de contribuir com a ciência. Por isso, os pesquisadores solicitam o engajamento da população. O questionário dura em torno de 20 minutos e pode ser reagendado, caso a pessoa não possa falar naquele momento.

 

Fonte: Coordenação de Comunicação Social Universidade Federal de Pelotas


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