Fim de uma temporada inesquecível

Brasil é eliminado nos pênaltis pelo Vila Nova, mas só tem motivo para comemorar em 2015

            

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           A derrota nos pênaltis para o Vila Nova nesta segunda-feira, no Serra Dourada, em Goiânia, encerrou uma temporada quase perfeita do Brasil. Um ano inesquecível para os rubro-negros. O 2015 será lembrado pelo bicampeonato do interior no Gauchão, a conquista de vaga na Copa do Brasil pela segunda vez consecutiva e principalmente pelo acesso à Série B do Brasileiro. O Xavante foi ainda semifinalista no Campeonato Gaúcho e na Série C nacional.

 

           “Nossa temporada beira à perfeição”, disse o técnico Rogério Zimmermann, após a eliminação em Goiânia. O Brasil fecha o ano com o melhor ataque da Série C, com 31 gols em 22 jogos; a defesa invicta há cinco partidas (passando por desafios como diante do Fortaleza, com 60 mil pessoas no Castelão; e contra o Vila Nova, com 25 mil torcedores colorados no Serra Dourada). Nessas duas partidas, o time gaúcho foi pressionado o tempo inteiro. Foram apenas três derrotas no Brasileiro.

 

            O duelo com o Vila Nova teve dois empates por 0 a 0 – da mesma maneira em que ocorreu a outra partida da semifinal entre Londrina e Tupi. Na decisão por pênaltis, no Serra Dourada, o aproveitamento foi baixo: o Vila converteu quatro de suas setes cobranças (Robston, Baiano, Vitor Pio e Bruno Lopes) e desperdiçou as outras três (Frontini – Martini defendeu -, Ramires e Mário Donizete). O Brasil marcou aproveitou apenas três cobranças (Gustavo Papa, Jardel e Brock) e perdeu quatro (Xaro e Washington chutaram para fora; Wender acertou o travessão e Edson defendeu o chute de Galiardo).

 

            FUTURO – Fora da final da Série C, o Brasil irá priorizar a renovação de contrato do técnico Rogério Zimmermann. O presidente Ricardo Fonseca está confiante na permanência do comandante da equipe rubro-negra para mais uma temporada. O dirigente destaca também a necessidade de concluir a primeira parte da construção do novo estádio até abril, pois em maio começa a disputa da Série B e o regulamento exige que jogos sejam realizados em locais com espaço pelo menos para 10 mil pessoas.

 

            Ricardo Fonseca antecipa que o Brasil terá que contratar um profissional, “que tenha trabalhado em clube da Série A ou B do Brasileiro”, para coordenar o setor de sócios. Também terá que contar com um gestor administrativo, “que pense o Brasil nas 24 horas do dia. O clube não pode mais ser administrado desta maneira artesanal”, afirma. (Foto: Carlos Isaurriaga)

 


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