Em live, Bolsonaro faz piadas sobre gordo e misoginia e defende trabalho infantil

Bolsonaro foi chamado de misógino

n/dImagem da InternetFoto: Internet

O presidente Jair Bolsonaro fez piadas sobre gordos e misoginia e incentivou o trabalho infantil durante a live de nesta quinta-feira (10). Ao lado de membros do governos e da youtuber mirim, Esther, de 10 anos, Bolsonaro aproveitou os últimos minutos da live para comentar sobre a primeira vez que foi chamado de misógino.

 

“Eu confesso. A primeira vez que gritaram ‘misógino’ para mim eu não sabia. Tinha um assessor do lado: ‘Pega aí, rapidinho na internet o que é misógino para saber se estou sendo xingado ou elogiado’”, disse o presidente.

 

Logo em seguida, ele começou a perguntar aos membros do governo que estavam ao seu lado se eles sabiam o significado da palavra. “Você sabe o que é misógino? Hélio Negrão, você sabe o que é misógino? Pisou na bola. Deixa eu pegar outro pau de arara aqui. Mozart, o que é misógino? Você é misógino, Mozart? Se você não gosta de mulher, você gosta de homem, então. Eu fiquei sabendo naquele momento”, contou.

 

“Era uma senadora do Pará que estava em uma audiência pública lá, aquele negócio de kit gay, aquela história toda. E ela não gostou da minha presença lá e falou que eu era misógino. Então, se eu não gosto de mulher, é sinal de que eu gosto de homem. Quem não gosta de mulher gosta de homem, é isso?”, questionou, dirigindo a pergunta para a youtuber de 10 anos.

 

“Mas é feio isso aí. Tem que ser certinho, gente, para vocês terem um futuro bem legal lá na frente”, respondeu Esther.Em outro momento da transmissão ao vivo, Bolsonaro afirmou que era o “Dia do Gordinho”. “Já que eu estou vendo o Terso [membro da equipe de

Bolsonaro] aqui, o Terso deve pesar umas 7 arrobas. Eu estou vendo aqui na internet que hoje é o Dia do Gordinho. É verdade?”, disse Bolsonaro. Já ao fim da live, Bolsonaro voltou a incentivar o trabalho infantil. O presidente mencionou a história de um menino de Goiás, que trabalha como engraxate, e decidiu comprar um relógio para dar de presente ao pai.

 

“Tem uma história que não apurei se é verdade ou falsa, mas tá na internet. Um garoto com caixa de engraxar, ele foi no relojoeiro para comprar um presente para o pai. O relojoeiro deu pra ele, devolveu o dinheiro, e parece que alguém do Ministério do Trabalho notificou o dono dizendo que estava fazendo apologia ao trabalho”, disse.

 

Fonte: Isto É


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