Vigilância Ambiental informa sobre a Covid-19 em animais de estimação

Ainda não há evidências científicas de que os animais possam transmitir o COVID-19

Imagem da InternetImagem da InternetFoto: Internet

 

A Prefeitura, por meio do Centro de Controle de Zoonoses da Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde (CCZ/Vigiam/SMS), tem recebido questionamentos a respeito da Covid-19 em animais de estimação. Para sanar dúvidas, inclusive sobre o abandono de animais, o setor elaborou material informativo – guia rápido de perguntas e respostas - para repassar à população, ao mesmo tempo que ressalta que informações sobre a doença estão em constante atualização e, por isso, recomenda consulta frequente, pelos sites da Organização Mundial da Saúde (OMS), Ministério da Saúde (MS), Organização Pan-americana de Saúde (Opas), ou Conselho Federal de Medicina Veterinária.

 

A chefe da Vigilância Ambiental da SMS, Isabel Madrid, salienta que o CCZ orienta sobre a posse responsável de animais e não acolhe os abandonados, a menos que ofereçam riscos à saúde pública (bravios ou portadores de doenças zoonóticas). Da mesma forma, o Canil Municipal, como parte do 

 

Centro, não atua como abrigo de animais, sendo um local de passagem, onde os cães são castrados, reabilitados, ressocializados e disponibilizados para adoção ou devolvidos ao ponto de recolhimento, de acordo com cada caso. O tutor é o único responsável pelos seus animais de estimação, estando ou não em momento de pandemia. 

 

O guia rápido traz o seguinte conteúdo:

 

O CCZ informa que existem relatos de animais infectados pelo SARS-Cov-2 em diversos países. Porém, o conhecimento acerca da transmissão desse vírus para os animais ainda é limitado. Suspeita-se que os animais possam ser infectados pelo contato próximo com humanos que tenham a Covid-19, da mesma forma que ocorre o contágio de pessoa para pessoa, mas isso não é comum.

 

Ainda não há evidências científicas de que os animais possam transmitir o novo coronavírus para os humanos. A principal forma de transmissão do vírus ocorre de pessoa para pessoa, através das secreções respiratórias e, secundariamente, pelo contato com superfícies contaminadas. A transmissão de um animal para outro ainda não foi comprovada cientificamente, tendo ocorrido somente de forma experimental.

 

 

Fonte: ASCOM


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