Entidades médicas gaúchas unem esforços para combater a pandemia de coronavírus

Momento delicado para a saúde mundial

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Diante da larga disseminação do novo coronavírus (COVID- 19), entidades médicas gaúchas elaboraram uma carta aberta direcionada ao poder público e à população do Estado. Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs), Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul (Cremers) e Sociedade Riograndense de Infectologia (SRGI) pontuaram questões importantes a serem levadas em consideração neste momento delicado para a saúde mundial.

 

As entidades médicas Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs), Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul (Cremers), Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) e Sociedade Riograndense de Infectologia (SRGI), diante da larga disseminação do novo agente do coronavírus (SARS-CoV-2) causador da doença chamada de coronavírus (COVID-19) e entendendo que os médicos estão entre os trabalhadores com máxima exposição ao contágio, devido ao exercício profissional, organizaram este rol de recomendações e orientações para proteção e cuidados.

1) Dados relativos ao avanço da doença no Rio Grande do Sul:

• O vírus é altamente contagioso.

• O isolamento social tem se mostrado a medida mais eficaz de controle da epidemia, porém, não poderá abranger totalmente os profissionais da saúde, com destaque os médicos.

 

• O aparato hospitalar e de equipamentos de proteção individual para suportar casos agravados da doença em larga escala é insuficiente, corroborado pela experiência internacional.

 

• A exposição dos médicos, em especial os idosos e imunossuprimidos, é aguda.

 

2) Orientações e esclarecimentos pertinentes: As entidades supracitadas endossam as recomendações do Ministério da Saúde (MS) para evitar o aumento dos casos de novo coronavírus. Contudo, reforçam a necessidade de outras medidas de cuidado e controle para proteção dos médicos no exercício profissional.

 

Compreendemos que a melhor estratégia de prevenção, até o momento, é a higienização das mãos, observação da etiqueta respiratória – amplamente divulgada pela mídia – e o isolamento social.

 

Por certo, não se pretende chegar a um cenário extremo, em que não haja sequer força de trabalho dos profissionais de saúde capacitados para o atendimento. Estamos vivenciando um momento crítico em que se faz urgente o comprometimento e o esforço máximo dos gestores públicos e privados para manutenção da assistência, sem que recaia sobre o médico o ônus desta crise mundial.

 

Fonte: Amrigs


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