Parcela de menor valor do seguro-desemprego passa a ser R$ 1.045

Valor do salário mínimo será pago nas parcelas programadas a partir de 11 de fevereiro

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Com o aumento do salário mínimo no sábado (1), a parcela de menor valor do seguro-desemprego passa a ser de R$ 1.045 a partir de 11 de fevereiro.

 

De acordo com a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, o pagamento do benefício considera o salário mínimo vigente no mês de pagamento para recebimentos após o dia 10 e o vigente no mês anterior para pagamentos até o dia 10. Desta forma, o valor do salário mínimo de R$ 1.045 será pago nas parcelas programadas a partir de 11 de fevereiro. Para as parcelas programadas até 10 de fevereiro, vale o valor vigente em janeiro de R$ 1.039.

 

Em 31 de dezembro de 2019, medida provisória estipulou para 2020 o valor de R$ 1.039, alta de 4,1%, equivalente à projeção de inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Ao ser divulgado em janeiro, no entanto, o indicador ficou em 4,48%, acima do estimado inicialmente. Para evitar que o salário tivesse uma correção abaixo da inflação, o presidente Jair Bolsonaro determinou uma nova alta no valor, para R$ 1.045, que vale a partir de fevereiro. Assim, o país ficou com o salário mínimo de R$ 1.039 válido apenas para janeiro.

 

Já o valor máximo das parcelas do seguro-desemprego, em vigor desde o dia 11 de janeiro, continua sendo de R$ 1.813,03. O benefício máximo aumentou em R$ 77,74 em relação ao valor antigo (R$ 1.735,29) e é pago aos trabalhadores com salário médio acima de R$ 2.666,29.

 

Os novos valores do seguro-desemprego estão valendo após a divulgação do INPC de 2019, que ficou em 4,48%.

 

Os novos valores valem para os benefícios que ainda serão requeridos e também para os que já foram liberados – nesse caso, serão corrigidas as parcelas que faltam e que forem emitidas a partir da entrada em vigor do reajuste.

 

O valor recebido pelo trabalhador demitido depende da média salarial dos últimos três meses anteriores à demissão. No entanto, o valor da parcela não pode ser inferior ao salário mínimo vigente. 

 

Fonte: G1


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