Previsões da Confederação Nacional da Indústria mostram que povo precisará de (muita) paciência

Balanço de 2019 e de estimativas para 2020

 

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No ano que vem, a situação não deve ser lá muito diferente. Boa para o topo da pirâmide, e que o resto tenha paciência, como já pediu o ministro da Economia, Paulo Guedes, ao comentar o “pibinho” ao longo do ano. Geração de emprego em ritmo lento, salário idem.

 

Para 2020, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) prevê que o desemprego ficará no patamar elevado de 11,3%, com reflexo na renda. “Existe um estoque grande de desempregados que termina por moderar o ganho real de salário”, disse o economista-chefe da CNI, Flavio Castelo Branco, em 17 de dezembro, durante a divulgação de um balanço de 2019 e de estimativas para 2020.

 

Essa projeção de desemprego leva em conta o cálculo de que a economia como um todo crescerá 2,5% no ano que vem. E, apesar de o PIB avançar quase o dobro do visto em 2019, o mercado de trabalho não viverá uma situação muito diferente.

 

Em outubro, último dado oficial disponível no IBGE, o desemprego era de 11,6%, 0,3 ponto percentual apenas abaixo da estimativa da CNI para 2020. Havia 12,4 milhões de pessoas na rua. Outras 4,6 milhões haviam desistido de procurar vaga, por achar inútil, o chamado desalento. O salário médio era de 2,317 mil mensais.

 

Quando Bolsonaro e Guedes assumiram, o desemprego era de 11,6%, o número de desocupados era de 12,2 milhões e o de desalentados, de 4,7 milhões. A renda média estava em 2,254 mil reais. A variação de apenas 67 reais na renda ao longo do ano comprova que o trabalhador não tira proveito do princípio de aquecimento econômico.

 

“O grande problema hoje é o desemprego”, afirmou o presidente da CNI, Robson Andrade, durante a divulgação das previsões da entidade. “Não é fácil gerar emprego numa economia que busca ser mais inovadora, mais competitiva.”

 

Fonte:  Carta Capital


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