Chefe do Escritório do Crime prestou depoimento após morte de Marielle

O ex-PM está foragido desde o último dia 23 de janeiro

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O ex-policial militar Adriano Magalhães da Nóbrega, apontado como o chefe do Escritório do Crime, afirmou em depoimento à Polícia Civil do Rio "não se recordar ao certo" onde estava na noite de 14 de março de 2018, quando aconteceu o duplo assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.

 

"Que perguntado se o declarante se recorda de onde estava em 14 de março do corrente ano [2018], que respondeu não se recordar ao certo, mais [sic] provavelmente que na parte da noite e aos dias de semana, sempre está em sua casa ou em seu sítio, visto que costuma acordar bem cedo", diz a transcrição do depoimento prestado no dia 20 de agosto de 2018 ao delegado Giniton Lages, então titular da DH da Capital (Delegacia de Homicídios do Rio).

 

Conhecido como "Capitão Adriano", o ex-PM está foragido desde o último dia 23 de janeiro, quando a Justiça do Rio determinou sua prisão no âmbito da Operação Intocáveis.

 

De acordo com a denúncia do MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro), ele é chefe da milícia que age nas comunidades de Rio das Pedras e Muzema, na zona oeste do Rio, e líder de um grupo de matadores de aluguel batizado pela Polícia Civil do Rio como Escritório do Crime.

 

Capitão Adriano e outros membros da quadrilha são suspeitos de participação no atentado contra Marielle e Anderson.

 

Os advogados do ex-policial negam que ele seja chefe da milícia de Rio das Pedras e do Escritório do Crime.

 

Fonte: UOL


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