Em Uganda, 16 são presos por suspeita de homossexualidade

Ativistas do país temem que haja um aumento de ataques a pessoas LGBTQI

n/dImagem da InternetFoto: Internet

A polícia de Uganda prendeu 16 homens por suspeita de homossexualidade e tráfico de gente, segundo um comunicado de grupos de direitos humanos publicado nesta quinta-feira (24).

 

Ativistas do país temem que haja um aumento de ataques a pessoas LGBTQI.

 

As prisões aconteceram em um bairro próximo da capital Kampala, na segunda (21). Os homens eram recepcionados por um outro grupo de direitos humanos, de acordo com Diane Bakuraira, do Sexual Minorities Uganda, a entidade de defesa LGBTQI mais importante de Uganda.

 

Um policial confirmou as prisões. Os homens foram detidos depois de uma reclamação do público, afirmou –por não estar autorizado a dar declarações, ele só aceitou falar sob anonimato.

 

O ministro de ética do país, Simon Lokodo, propôs um projeto de lei que puniria sexo gay com pena de morte.

 

O código penal atual já pune atos sexuais “contra a ordem da natureza” com sentenças que vão até a cadeia perpétua.Lokodo, o ministro, afirmou que os parlamentares têm sido mobilizado para apoiar um projeto de lei anti-gay que ainda não foi protocolado na assembleia nacional. O texto puniria a “exibição” de homossexualidade.
O porta-voz do governo nega que esse plano exista.

 

O ministro de Ética pede uma legislação mais pesada depois que um tribunal de juízes anulou uma lei anti-gay que havia sido imposta pelo presidente Yoweri Museveni em 2014.

 

Esse texto foi invalidado porque passou pela Assembleia em uma sessão vazia.

 

Fonte: G1


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