Eduardo Leite pede estudo sobre impactos do texto da Reforma da Previdência

Para Eduardo classificou o projeto como “complexo e amplo”

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Em Brasília, o governador Eduardo Leite (PSDB) classificou o projeto da Previdência como “complexo e amplo”. Em função da multiplicidade da proposta, que atinge o serviço público, o setor privado e seguridade social, Leite irá solicitar exame detalhado de técnicos da Fazenda para verificar se os interesses dos estados também serão contemplados pela reforma. 

 

“Temos que mergulhar com nossas equipes técnicas em cada ponto, em cada linha e artigo para vermos os seus efeitos práticos. Mas, ela aponta para uma direção correta”, avaliou. O governador destacou que hoje o Rio Grande do Sul tem déficit previdenciário de R$ 12 bilhões, com aumento anual de cerca de R$ 1 bilhão e que “todos os gaúchos pagam esta conta”. 

 

Conforme anunciado na última semana, a proposta da Reforma da Previdência prevê idade mínima de aposentadoria de 65 anos para homens e de 62 para mulheres, com contribuição mínima de 20 anos. Atualmente, a idade mínima de aposentadoria é de 60 anos para mulheres e de 65 para homens, com contribuição mínima de 15 anos. A aposentadoria por tempo de contribuição, por sua vez, é de 30 anos para mulheres e de 35 para homens. Os trabalhadores da iniciativa pública e privada passarão a pagar alíquotas progressivas para contribuir com a Previdência, segundo o Ministério da 

 

Economia. A ideia é criar um sistema progressivo de alíquotas no qual quem ganha mais contribui mais. Elas deixarão de incidir sobre o salário inteiro e incidirão sobre faixas de renda, num modelo semelhante ao adotado na cobrança do Imposto de Renda. No fim das contas, cada trabalhador, tanto do setor público como do privado, pagará uma alíquota efetiva única.

 

Atualmente, o trabalhador da iniciativa privada, que recebe pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), paga 8% se ganha até R$ 1.751,81, 9% se ganha de R$ 1.751,82 a R$ 2.919,72 e 11% se ganha de R$ 2.919,73 até o teto do INSS, de R$ 5.839,45. As alíquotas incidem sobre todo o salário até o teto.

 

Fonte: Correio do Povo


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