Semana na AL antes de recesso deve ser marcada por "queda de braço"

O período de recesso este ano eleitoral representa mais trabalho

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Esta será a semana derradeira de trabalhos na Assembleia antes do início do recesso parlamentar. Pelo menos dois episódios irão marcar os próximos dias. Um deles será a queda de braço que se dará mais uma vez na reunião de líderes de hoje, na qual o governo deve conseguir impedir, pela quinta semana consecutiva, a votação dos projetos de reposição salarial de 5,58% para servidores do Tribunal de Justiça, Ministério Público, Defensoria Pública e Tribunal de Contas. Se depender do governo, o tema ficará para depois das eleições de outubro. Em plenário, ao que tudo indica, as discussões ficarão focadas na votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias. 

 

A proposta, de autoria do Executivo, estabelece diretrizes à elaboração do orçamento do Estado para 2019 e prevê o congelamento do valor destinado ao custeio e correção de apenas 3% para cobrir o crescimento vegetativo da folha de pessoal para todos os poderes.

 

O período de recesso, que em anos normais já não significa descanso, e em anos eleitorais representa ainda mais trabalho, servirá como uma pequena pausa para o que virá depois. As polêmicas retornarão à pauta com a volta das atividades na Assembleia, no início de agosto. Entre elas, projeto a ser encaminhado pelo governo, de manutenção do aumento das alíquotas do ICMS, que vencem em 31 de dezembro deste ano.

 

Fonte: Correio do Povo


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