Inocentes assassinados

Segurança pública no Rio de Janeiro, refém de uma violência crescente

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As mortes de crianças às vésperas do carnaval se somam a outras dez registradas em 2017 nas mesmas circunstâncias – incluindo a do bebê Arthur, morto ainda no útero da mãe. Elas escancaram o descalabro da segurança pública no Rio de Janeiro, refém de uma violência crescente e contra a qual o poder público se mostra incapaz de dar uma resposta minimamente digna. 

 

Palco da maior festa popular do planeta, que reúne centenas de milhares de turistas no Sambódromo para assistir aos desfiles das escolas de samba, a Cidade Maravilhosa sucumbe a uma falência que não é apenas financeira, mas moral e política. Em outubro, diante de uma onda de violência incontida que vitima também policiais – foram 137 PMs mortos em 2017 – o secretário do Estado de Segurança, Roberto Sá, anunciou: “Nós vamos virar esse jogo. 

 

O Rio de Janeiro, o Brasil, precisam entender que segurança pública é prioridade, que é uma atividade que precisa de investimento, precisa de estratégia. E esses criminosos, verdadeiros inimigos da sociedade, não vão ter descanso”.

 

O secretário deveria convencer primeiro seu superior imediato, o governador do Estado do Rio, Luiz Fernando Pezão, para quem a segurança pública não parece ser prioridade. Questionado sobre a aplicação do plano do Governo Federal que define ações e responsabilidades para enfrentar a criminalidade, Pezão disse não ter tido tempo de ler o documento elaborado pelo general Sérgio Westphalen Etchegoyen, ministro-Chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência.

 

Fonte: Isto É


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